Arquivo da tag: República Popular do Corinthians

SÓ QUEM É CORINTHIANS SABE O QUE É!

Corinthiano é aquele que vê pela primeira vez o time entrando e arrepia até a alma .

Aconteceu em São Paulo, um menino de 8 anos chegou em casa e perguntou:
– Pai, para que time eu torço?
O pai imediatamente detectou o problema. Não ligava muito para futebol, nunca tinha conversado com o filho sobre o assunto. Percebeu que o menino tinha chegado a uma idade em que é obrigatório ser torcedor. Decidiu que se esforçaria para reparar o erro.

Prometeu ao filho que o levaria a jogos de todos os clubes grandes de São Paulo, para que o garoto tivesse todas as oportunidades para escolher seu time do coração. Fez a devida lição de casa. Aprendeu os fatos, os nomes, os momentos e lugares importantes na História de cada clube.

A primeira visita foi ao Morumbi, numa tarde de jogo do São Paulo. Chegaram cedo, passaram no Memorial, viram os troféus da Copa Libertadores, da Copa Intercontinental.
– Filho, o São Paulo é o mais bem sucedido clube brasileiro no cenário internacional. Ganhou a Libertadores 3 vezes, foi a Tóquio duas vezes para conquistar a Copa Intercontinental, também tem um Mundial de Clubes da Fifa. Além disso, foi o primeiro clube da cidade a ter o seu Centro de Treinamento. E claro, é o dono desse estádio, o Morumbi, o maior de São Paulo.
O jogo foi ótimo, o São Paulo venceu, o menino ficou impressionado com o tamanho e conforto do Morumbi.
– E aí, quer comprar uma camisa? – perguntou o pai.
– Ainda faltam três times, né? Prefiro esperar.

A segunda visita foi ao Palestra Itália. Passearam pela sede do clube. Viram os bustos de Ademir da Guia, de Junqueira, de Waldemar Fiúme. Também conheceram a sala de troféus. Sentaram-se nas numeradas do estádio do Palmeiras.
– Filho, esse time é diferente dos outros, por causa da conexão com a origem dos torcedores. O Palmeiras tem uma ligação sanguínea com a Itália, se chamava Palestra Itália. Claro, ninguém precisa ser italiano para torcer pelo Palmeiras, mas é bonito ver essa relação familiar com o time. Os palmeirenses são apaixonados por essa camisa. Grandes craques passaram por aqui ao longo dos tempos. Tanto que o time tem o apelido de “Academia”. – contou o pai.
O Palmeiras ganhou, o menino vibrou. Gostou do ambiente no Palestra, da proximidade do gramado.
– Vamos comprar a camisa? – o pai perguntou.
– Mas ainda faltam dois times…

Próxima parada, Vila Belmiro. No carro, indo para Santos, o pai começou a falar sobre as glórias do time.
– Meu filho, esse time que você vai conhecer hoje é um patrimônio do futebol. É o time em que jogou o Pelé, o maior jogador da História. Teve o melhor time de todos os tempos, no começo da década de 60, quando não havia adversário neste planeta que pudesse vencê-lo. Você vai ver a quantidade de taças que eles têm.
Visitaram o Memorial das Conquistas e sua impressionante coleção de troféus. As fotos do timaço que conquistou o mundo duas vezes, do Rei Pelé e de tantos e tantos jogadores lendários.
O Santos ganhou o jogo, o menino ficou empolgado. Na Vila, dá para ficar ainda mais perto do campo.
Na saída, a mesma pergunta.
– Vamos comprar a camisa?
– Calma pai, ainda tem um jogo para a gente ir, não tem?

E foram ao Pacaembu, num domingo à tarde. Não conseguiram sair cedo de casa, estavam um pouco atrasados. O pai foi falando sobre o Corinthians no carro.
– Filho, estamos indo ao Pacaembu, mas o Pacaembu não é o estádio do Corinthians. É da prefeitura, porque o Corinthians não possui um estádio próprio. Mas a torcida se sente muito bem lá. Outra coisa: o Corinthians é o único time de São Paulo que ainda não ganhou a Copa Libertadores. Mas tem um detalhe interessante: é a maior torcida de São Paulo, e a segunda maior do Brasil. É uma torcida tão apaixonada que é chamada de “Fiel”. Esta torcida ficou por mais de vinte anos sem ganhar um título sequer, no entanto, incrivelmente, foi exatamente neste período que a torcida mais cresceu.
Dificuldades para estacionar o carro, confusão na descida da escadaria, empurra-empurra, correria, etc… enfim chegaram em frente ao Pacaembu. Chegando próximo à bilheteria, viram um homem pardo, de chinelos de dedo, comprando seu ingresso com os últimos trocados de sua surrada carteira.

Por causa do atraso, pai e filho entraram no Pacaembu pelo portão principal, quase na hora em que o Corinthians subiu ao gramado. Sentaram-se apertadamente na escadaria da arquibancada de cimento por falta de espaço, e logo tiveram de se levantar, porque o time foi para o campo. A emoção da torcida ao ver o time subir a escadaria do vestiário deixou o menino impressionado…
De repente, o pai percebeu algo assustador. Seu filho estava arrepiado, respiração alterada, chorando de euforia, irriquieto, e ao mesmo tempo rindo sozinho, feliz como se tivesse ganho o maior dos presentes.
– O que aconteceu, meu filho?
– Não sei, pai.
– Por que você está chorando?n
– Não sei…
– Quer ir embora?
– Não, quero ficar.
O jogo estava para começar quando o menino pegou o braço do pai.
– Pai, quero uma camisa.
– Como assim?
– Escolhi, pai.
– Mas o jogo ainda nem começou…
– Não importa, Eu sou corinthiano!

Leia mais: MEU TIMÃO


COMEMORA FIEL! O CORINTHIANS É PENTACAMPEÃO!

Pois bem, ontem o Corinthians foi PentaCampeão Brasileiro e eu vi o jogo em Santo André, com meu pai, e eu nunca sofri tanto. O domingo começou triste com a notícia da morte de Sócrates, mas acho que isso deu mais força aos Mosqueteiros. O minuto de silêncio foi emocionante! Todos com a mão levantada como ele fazia quando comemorava seus gols.

Jogo tenso e o rival querendo estragar a festa, mas no fim deu tudo certo. Parecia virada de ano, muito fogos como é de praxe lá no ABC/ZL.

Corinthians como sempre contra tudo e contra todos, nadando contra a maré!

Ah, encima da Porcada foi mais gostoso!

VaiCorinthians


Salve Doutor Sócrates! O título é pra você!

Perguntaram uma vez para o Sócrates, como ele queria morrer. Ele respondeu: “Quero morrer em um Domingo e com o Corinthians Campeão”

Vai em Paz doutor!


É amanhã! Quanto nervosismo!

Tô tão nervoso que eu nem posso ver anunciar o jogo de amanhã. Todos os jogos do timão são nervosos, espero que amanhã já possamos soltar o Grito de Campeão, uma final com o rival querendo nos derrubar vai ser demais pra minha cabeça.
Agora é esperar até amanhã !
Tomára que o próximo post seja o de campeão!
Vai Corinthians!


Com vocês o Imperador Adriano! Que Gol Memorável!

Assim como o primeiro gol do Fenômeno o primeiro de Adriano foi Grandioso! Valeu Imperador! Rumo ao título!

Narrado por Cléber Machado!

Vários Narradores do Rádio

Gravado pelos torcedores

Vai Corinthians!


A hora agora é de torcer e não esmorecer!

Faz tempo que não escrevo aqui, mas este é o momento certo!

Ontem o Timão perdeu pra América-MG laterna do campeonato. Será o fim?

Vou relembrar os Corinthianos da final de 1977. Os jogos que nos levariam à final, foram decisivos e o timão não poderia perder de jeito nenhum: 21/09 – Corinthians 0 x 1 Guarani – Pacaembu
25/09 – Botafogo-RP 0 x 1 Corinthians – Santa Cruz
29/09 – Corinthians 1 x 0 Portuguesa – Morumbi
02/10 – Corinthians 2 x 1 São Paulo – Morumbi

Jogos muito apertados! E contra times pequenos!

Depois fomos para a final com a ponte e fomos campeões num jogo muito sofrido (assita 23 anos em 7 segundos).

A hora agora é de torcer muito, pois o Corinthians não vai ser campeão com 3 rodadas de antecedência, se for não é o Corinthians!

Portanto, não dêem ouvidos à imprensa e aos AntiCorinthianos. Lutar com Raça e tradição e torcer pro Timão ser penta campeão Brasileiro.

Vai Corinthians!


O Anticorinthianismo em mais uma tentativa de Golpe contra o Corinthians.

No começo da semana, o Presidente do Cornthians Andrés Sanchez foi até a Câmara da cidade de São paulo pedir para os vereadores se apressarem para votaram um projeto de lei que dará 420milhões de reais em incentivos fiscais para a construção do estádio do Corinthians que servirá de Palco para a Abertura da Copa no Brasil.

Pois bem, tudo certo, a maioria dos vereadores ouviram as argumentações de Andrés Sanchez e estavam de acordo para votarem a favor do projeto, quando o vereador Aurélio Miguel, ídolo do Judô Brasileiro, atleta com notoriedade nacional, que muito contribuiu para o nosso País com a medalha olímpica… e Conselheiro do São paulo Futebol Clube, isso mesmo, aquele clebe dono do Estádio que foi rejeitado pela FIFA, pediu vista do processo e prorrogou a votação, depois postou em seu site a seguinte justificativa:

Sou contra isenção fiscal ao Itaquerão. E ao Morumbi, Palestra, Canindé …
O prefeito Gilberto Kassab quer conceder ao Corinthians incentivos fiscais de mais de R$ 420 milhões para a construção de seu estádio em Itaquera. É dinheiro público para a realização de um sonho de um clube de futebol da capital paulista. Sem isso, dificilmente a obra ficará pronta a tempo de receber jogos da Copa do Mundo de 2014. Não concordo que esse tipo de investimento milionário seja feito. Para nenhum clube de futebol, inclusive o São Paulo FC onde sou conselheiro, como já me manifestei em diversas ocasiões – basta ver meus posicionamentos contrários a construção do Monotrilho/Linha Ouro 17 e da cessão por parte da prefeitura da praça pública defronte ao estádio do Morumbi ao São Paulo e que se transformaria em estacionamento privado do clube.

Preocupado que está com a organização de seu novo partido, o PSD (Partido Sem Destino), o prefeito Kassab não presta atenção nas coisas da cidade e sequer se lembra do que fala. No ano passado o estádio do Morumbi foi descartado para a Copa por não ter dinheiro suficiente para as obras de adequação exigidas pela FIFA. Na oportunidade, Gilberto Kassab jurou de pés juntos que não colocaria dinheiro municipal em estádio nenhum. Agora quer premiar um estádio com mais de R$ 400 milhões, dinheiro da cidade.

Depois de descartar todas as opções mais baratas, vem agora o senhor prefeito acenar com essa proposta que condeno e rejeito. Oras, o Pacaembu por bem menos também se transformaria em excelente opção para o Mundial e se trata de um equipamento público. Sem falar que o Parque Antártica, do Palmeiras, está passando por ampla reforma sem contar com dinheiro do povo.

A região de Itaquera precisa de investimentos em sua infra-estrutura. Desde 1992 existem projetos para o desenvolvimento daquela importante área da capital paulista. Esses projetos dormem nas gavetas do Executivo. Não seria necessária a construção de uma arena esportiva para desenvolver a Zona leste da cidade. Ali as prioridades são hospitais, escolas, moradia e transporte público de qualidade. Porque não se usa o incentivo fiscal de mais de R$ 400 milhões para a construção de creches ?. Isso sim é dar destino correto ao dinheiro público.

Quero, como esportista e cidadão paulistano, que o Corinthians tenha um estádio digno de sua torcida. Mas ele tem que ser erguido com dinheiro privado. Verba pública é para infra-estrutura que beneficie toda a população e não apenas um clube, seja ele qual for. Por isso mesmo solicitei vistas ao Projeto 288/2011. Dinheiro do município é coisa séria e está na hora de as autoridades de São Paulo levarem isso em conta.

Aurélio Miguel
Líder do PR na Câmara Municipal de São Paulo

Fonte: http://www.aureliomiguel.com.br/not_2011jun21a.htm

Em certo ponto concordo com o vereador, acho que Itaquera precisa mesmo de muito investimento, mas será que impedir a construção do Estádio realmente é fazer justiça social de que tanto o povo daquela regiao precisa.

Será que essa bandeira que o vereador levantou, de agora querer defender Itaquera, será levada em frente? Será que ele irá conseguir 420milhões de incentivos fiscais pra Itaquera e construir, escolas, hospitais, creches como bem diz o texto?

Vamos aos fatos: Aurélio Miguel é Vereador desde 2004 pela prefeitura de São Paulo.

Numa pesquisa rápida no site do Câmara Municipal de São Paulo, os projetos de lei (clique para ler os projetos de lei do vereador) do nobre Edis, na sua grande maioria, são nomeações de Título de Cidadão Paulistano, ao todo são 12, incluindo Rogério Ceni, Goleiro do SPFC ! Ah, ele criou também o dia do SPFC!

Criou também outros projetos, dentre eles nomeações de praças(3), deu nome a 2 CEU (escolas de São Paulo), nomeou uma concha acústica, criou a semana da feira de livros, Dia do Jiu Jitsu, dia da Catalunha,(seu pai é natural de Barcelona).

Teve alguns projetos de relevência, como modificações para ajudar o Bolsa Atleta, a obrigação de exibição do medidor de temperatura nos supermercados, a obrigação do envio dtacógrafos aos orgãos fiscalizadores, criou o Evento “Espaço da melhor idade”, Conferência dos esportes, incluiu duas maratonas e um campeonato de judô no calendário de eventos esportivos da cidade.

Ótimo para um vereador de origem no esporte, mas o que ele fez pelo povo de Itaquera? NADA. E pra ajudar mais ainda quer barrar a construção do Estádio do Povo!

Deseja também, que por conta de uma briga POLÍTICA entre o PT (Governo Federal), o PSDB (Governo Estadual e até pouco tempo situação na prefeitura), o Estado de São Paulo não sedie a abertura da Copa do Mundo, já que o estádio do clube ao qual ele é vinculado, foi vetado.

Alegou que a reforma do Morumbi seria mais barato, ora, pra reformar seria necessário dinheiro! Incentivo fiscal não resolveria e realmente não é certo pegar dinheiro público para colocar em um estádio privado, mas já que ele é vereador, porque não conseguiu incentivos fiscais para a reforma do estádio? porque não tem como, não tem o que por em garantia!

Mais uma coisa, o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento econômico e Social tem esse nome e não é por acaso. O dinheiro que ele empresta serve para o país, estado ou prefeitura se desenvolver na área social! O dinheiro emprestado pela Odebrecht para fazer o Estádio deverá ser devolvido! Não tem nada de dinheiro público nisso! O BNDES empresta dinheiro até pra outros países! Não me venham falar em dinheiro Público! Viu Sr. Flávio Prado, que se diz torcedor da Ponte preta mas não é, é bambi !

Este evento, pela primeira vez privilegiaria a Zona Leste, região sempre preterida no orçamento da cidade.

Outra coisa que é importante salientar, incentivos fiscais, não quer dizer ue o Corinthians vai receber Dinheiro vivo em espécie para construir o Estádio, quer dizer que a prefeitura vai deixar de receber dinheiro proveniente de tributos, mas que com a Copa do Mundo, vai trazer em triplo, já que a cidade de São Paulo poderá faturar até 2 bilhões de reais e consequentemente, a região de Itaquera irá melhorar, pois no entorno do Estádio serão feitas benfeitorias estimuladas pela obra e por conta dos jogos.

Com tudo isso que foi mostrado, fica evidente que o vereador não pediu vista do processo para ‘ajudar’ o povo de Itaquera, mas sim, para barrar um projeto sonhado pelo torcedor Corinthiano, que sempre tem de lutar contra essa onda, a onda facista do ‘ANTICORINTHIANISMO’, da qual faz parte a imprensa golpista de São Paulo, que em sua maioria são são paulinos e palmeirenses nas redações dos jornais, e que fazem parte alguns empresários e políticos, e que por muitas vezes tentou destruir o time, mas que não vai conseguir, eles não vão derrotar 35 milhões de torcedores, não vão derrotar a força de São Jorge Guerreiro!

Saravá São Jorge!  Vai Corinthians


Sobre a camisa grená.

Uniforme II deu sorte ao Corinthians, 2 X 1 no Coritiba!

 

Muito tempo se passou e muita coisa aconteceu desde o último post, mas o tempo voa e é muito difícil achar tempo pra escrever. Mas como não sou jornalista, não gosto da obrigação de escrever, até pra não ficar chato, pois o blog tem de ser uma distração e desabafo. Vi a repercussão que a camisa qrená do Corinthians deu na mídia e nas redes sociais, vi até a nota dos gaviões da fiel, jornalistas etc.

Eu achei a camisa bem bonita e quando foi usada pela primeira vez teve uma boa causa, pois era para homenagear o time do Torino da itália que foi o primeiro time internacional a enfrentar o Corinthians e que tinha uma camisa grená, e que sofreu um acidente onde morreu o time inteiro.

Ocorre que o Corinthians não tem dono, pertence a todos nós corinthianos, e para aqueles que não são sócios, mas querem contribuir com o time de alguma forma, o marketing esportivo e venda de produtos e camisas são uma boa opção.

Sou de Santo André, já na divisa com a cidade de São Paulo, ali em São Mateus, Itaquera, e sei bem o que o Corinthians representa pra esse povo. Quando somos campeões parece até fim de ano de tantos fogos, muito mais do que a torcida de outros times.

Nunca tive a oportunidade de frequentar o clube, mas entendo que isso não me torna menos corinthiano do que os sócios! Cuidado para vocês não ‘Elitizarem o Corinthianismo’, e acharem que quem é de São Paulo é mais contiano do que os que estão fora da cidade, do Estado ou do País. me mudei para o Estado do Paraná, onde a torcida do Corinthians é maior do que a do Coritiba e do Atlético Paranaense juntas e é o estado onde tem mais coirnthianos depois de São Paulo, e tem muito torcedor fanático que mata e morre pelo time.

Ser Corinthiano é um estado de espírito, é uma religião, não importa se mora no Tatuapé ou na PQP! Sou contra a campanha de que não podemos comprar camisas que não sejam preta e branco ou só a branca. Quando era criança tinha um sonho de ter uma camisa do corinthians oficial e não podia ter. Hoje gosto de colecioná-las e entendo que isso não prejudica o time, pois se prejudicasse, não estaríamos construindo Estádio, não teríamos a marca mais forte dentre todos os times, não teríamos saído da segunda divisão com a facilidade que saímos, CT novo,  etc.

Os clubes hoje são cada vez mais parecidos com empresas, infelizmente, e se bobearmos vamos ficar pra trás. Pensar no Corinthians como os áureos tempos, onde não se pensava em investimentos, já não funciona e isso é fato.

Portanto, sem essa de que não é bom vender camisa, o marketing não presta, blá blá blá, cada um faz sua parte e no fim dá tudo certo. Claro que a camisa tem toda uma história, sem falar na mística, mas arrecadar dinheiro por outros meios faz bem pro clube, até porque, se fosse manter o clube com dinheiro dos sócios, seríamos um time medíocre.

Vamos nos preocupar com o que está por vir, e fiscalizar a construção do Estádio, contratação de jogadores, pressionar técnico e dirigentes, torcer muito, apoiar o time como sempre a fiel faz e deixar essas questões menores e protestos idiotas como o visto no jogo contra o Coritiba, onde dois bestas entraram o campo exibindo a camisa listrada em protesto contra a grená de lado. E fim de papo!

 

Vai Corinthians Porra!


É PRECISO ENTENDER FIEL TORCIDA, por André Rubio

Nação Corinthians.
Precisamos entender como funciona a máquina suja da imprensa que maquia informação para denegrir o Corinthians desde sempre, nesse texto de Gracindo Caran as vísceras dessa artimanha ficam expostas.
Como dizia Robespierre, a principal arma do canalha é fazer-se de vítima e atribuir ao rival seus próprios defeitos. Muitas autoridades, no decorrer da história, se utilizaram dessa técnica para desviar os olhos de seus próprios crimes e vícios. No futebol, o esporte das multidões, não tem sido diferente. No Brasil, o Flamengo é o clube com maior número de simpatizantes nominais. Muitos deles torcem por um time local, mas declaram-se flamenguistas nas pesquisas.
O Corinthians, entretanto, como comprova o minucioso estudo do BAV, da Young & Rubicam, é a “marca” mais estimada.
O que nos permite dizer que o Corinthians é não somente o clube com mais torcedores fiéis, mas também é a maior instituição popular do país. Tem mais tradição que os partidos políticos, é mais estimado que qualquer associação de classe, tem mais apelo que qualquer entidade em qualquer área de expressão da cidadania. Isso porque o Corinthians não nasceu da vontade de um conde, de um governador, de um grupo de empresários, de um grupo de jovens da oligarquia, de um intelectual.
Ao contrário, nasceu sozinho, obra da natureza, semeado pelo brilhante Cometa Halley. Nasceu resultado da vontade do povo, dos operários, dos carroceiros, dos imigrantes e migrantes, dos que buscavam ter alguma voz na sociedade. O Corinthians, e nós Corinthianos, conseguimos obter essa inclusão com muito empenho, muita luta e muito sofrimento.
Éramos os outsiders. Os penetras na festa das elites. Nos primeiros anos, os inimigos e a imprensa quatrocentona tentaram colar rótulos sobre a Nação. Eram denominações que escancaravam o preconceito e tentavam nos diminuir até mesmo como seres humanos. Éramos o time dos “suados”, dos “sujos”, dos “carroceiros”, dos “anarquistas”, dos “pobres do Bom Retiro”, dos “arruaceiros da Várzea do Carmo”, da “pretalhada”, dos “maloqueiro”, dos “carregadores do Mercadão”.
Ora, mas éramos mesmo, com orgulho, muito do que diziam. O nosso ethos e os nossos perfumes…Éramos o time dos suados, pois éramos trabalhadores. Muitos de nós abriram na picareta as ruas da maior cidade do Brasil. Éramos os sujos, sim, pois tínhamos graxa de máquinas nas mãos. Éramos carroceiros, sim. Nosso segundo presidente, por exemplo, era dono de um tílburi, um taxi da época, puxado por cavalos. Éramos anarquistas, sim, graças a Deus. Nosso primeiro presidente, Miguel Bataglia, aprendera sobre essa doutrina política com os militantes sindicalistas da Light. Éramos, sim, mais pobres. Gente que lutava para sobreviver no bairro que até hoje acolhe os fora. Éramos os “arruaceiros”, pois o time ganhou logo o reforço dos moços do Botafogo da Rua Paula Souza, cujo time havia sido desfeito pelo tirano delegado de polícia. Éramos, sim, o time da “pretalhada”, pois os bons irmãos afro-descendentes logo viram que ali não havia preconceito e nem desamor. Éramos “maloqueiro”, sim, como gostava de dizer o Corinthiano Adoniran Barbosa, autor de “Saudosa Maloca”. Morávamos onde era possível, nas franjas da cidade, especialmente nos cortiços. Éramos, sim, os carregadores da comida da cidade. Éramos gente do Mercadão, dos nordestinos que ofereciam a mão-de-obra braçal aos japoneses bananeiros. Se isso tudo nos orgulha, é certo que também causa repugnância em muita gente, especialmente nos que tiveram seus palcos chiques invadidos por gente mal vestida e muitas vezes também mal nutrida. Não à toa que ainda nos chamam de “gambás”, pois tinham os o cheiro das fábricas da Mooca e do Belém, o cheiro da carne do Mercado Municipal, o cheiro da água sanitária das lavadeiras da Baixada do Glicério.
Não importa que hoje o Corinthians tenha ganho a adesão de artistas, intelectuais e até de empresários. Muitos deles usuários de perfumes de Paris. O aroma de nosso ethos é que os desagrada. É de gente. Temos o doce aroma do Brasil de verdade.
*Mídia, preconceito e sabotagens informativas. Diariamente, a mídia monopolista brasileira reproduz ainda hoje o preconceito contra tudo que é legitimamente popular. A imprensa brasileira é controlada basicamente por oito famílias e seus aliados das oligarquias regionais, seus parceiros e retransmissores. Os grandes jornais são hoje controlados pelos netos e bisnetos dos barões que torciam o nariz para o clube dos operários. Dos quatrocentões do Estadão aos enriquecidos pela Ditadura, como os Frias da Folha, a visão de mundo é a mesma. Alguém pode objetar: “ora, mas tem dono de jornal e jornalista Corinthiano”. De fato, existem. Jornalistas, aliás, muitos. Prevalece, entretanto, na construção do discurso e da investigação jornalística o ranço do preconceito.
Essa antipatia, por vezes, se converte em raiva, em religião de ódio. É o anti-corinthianismo militante, perigoso e traiçoeiro. Esse modo de ver e tratar o clube tem até algumas regras:
1) Diminuir todas as conquistas Corinthianas. Desvalorizá-las e satirizá-las.
2) Escarnecer o Corinthiano. Tratá-lo como um menor.
3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.
4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por ventura, tenha beneficiado o time.
5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.
6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.
7) Superdimensionar qualquer episódios que possa contribuir para gerar ou alimentar uma crise no clube.
*Como funciona…

Vamos analisar objetivamente os itens acima expostos:

1) Diminuir todas as conquistas Corinthianas. Desvalorizá-las e satirizá-las.

É o caso do Mundial da FIFA. A mídia, por meio de seus Miltons Neves da vida, criou a idéia fantasiosa de que o torneio não tem validade. Isso é repetido diariamente por gente que escreve comentários em blogs, fóruns e outros canais de comunicação. Não importa que a FIFA reconheça o Corinthians como o primeiro dos campeões mundiais. Não importa que o torneio tenha reunido as maiores potencias do futebol, e representantes de todos os continentes. Não importa que o Corinthians tenha sido incluído por ser bicampeão do país sede. Prefere-se qualificar como campeões mundiais os clubes que
venceram o jogo Europa-América do Sul, muitas vezes disputado pelo vice-campeão europeu. A regra do perfeito canalha midiático é desmerecer a conquista dos outsiders.

2) Escarnecer o Corinthiano. Tratá-lo como um inferior.

A estratégia é acuar o Corinthiano. Dizer que o clube não tem conquistas importantes, por exemplo. Vale fingir que o Paulista não era importantíssimo até 20 anos atrás. A proposta é dizer que o Corinthians não tem estádio, não tem CT (até pouco tempo atrás) e que a torcida é composta de estúpidos ignorantes.

3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.

É o caso de 2.005, quando o Esquema Fernando Carvalho funcionava para dar ao Inter o título brasileiro que não ganhava (e não ganha) há décadas. A imprensa alimenta a idéia de que o título foi roubado. O mesmo se diz do título Paulista de 1.977, em que se acusa um falso caso de corrupção do ponte-pretano Rui Rei. O mesmo se diz da Copa do Brasil de 2.002, em que a imprensa viu um Brasiliense vítima e “superior” ao Corinthians. O argumento e a leviandade…

4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por ventura, tenha beneficiado o time.

É o caso do tal pênalti em Tinga, do Internacional. É o caso da suposta cobrança de falta com bola rolando na
primeira partida da final da Copa do Brasil de 2.009. Vale ainda inventar situações. E repeti-las à exaustão. Pois como diziam os gênios manipuladores da informação do 3o. Reich, uma mentira dita mil vezes vira uma verdade. É o caso do pênalti cometido sobre um atleta do Internacional, na partida acima citada. Obra de lábia fantasiosa, repetida aos quatro ventos.

5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.

A mesma mídia que se esgoelou para cobrar o tal pênalti em Tinga, foi a mesma que calou diante do pênalti em Acosta, na decisão da Copa do Brasil de 2.008. Hipocrisia é a regra.

6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.

É o caso do conflito envolvendo polícia e Corinthianos no Morumbi, no campeonato paulista. O jogo do muro lembram? Foi o caso da versão escandalosamente falsa sobre o conflito que resultou da morte do Corinthiano Clayton Souza. O promotor foi desmascarado por jornalistas sérios, mas nem assim a grande imprensa resolveu se retratar. Manteve com cara de pau a versão antiga.

7) Superdimensionar qualquer episódio que possa contribuir para gerar ou alimentar uma crise no clube. Aqui, não se absolve ninguém, pois sempre houve irregularidade na administração Corinthiana. O que ocorre, entretanto, é um jornalismo irresponsável, praticado até mesmo em blogs supostamente pessoais.
Exagera-se. Acusa-se sem provas. Promove-se o caos com base em hipóteses e denúncias sem credibilidade.
*Os queridos da mídia

Para entender como funciona o processo de exaltação dos queridos da mídia, basta inverter todas essas regras.
É o caso de Internacional e São Paulo, que trabalham diariamente nos bastidores, distribuindo mimos a árbitros, cartolas e, logicamente, jornalistas (imprensaleiros).

Alguns exemplos de comportamento da mídia adestrada:

1) Ninguém se levanta para mostrar os inúmeros erros escandalosos de arbitragem que beneficiaram o Inter em 2.005.

2) Ninguém move um dedo para denunciar a anulação dos dois gols do Nacional, no Beira-Rio, na Libertadores de 2.006.

3) Ninguém reclama da anulação do gol legítimo do Botafogo no Brasileiro de 2.008, em partida contra o São Paulo, no Engenhão. Aliás, fazem-se todos de surdos e mudos diante dos 10 erros de arbitragem, comprovados por vídeos, que deram o campeonato ao time do Jardim Leonor. O São Paulo pode ter seu estádio penhorado, mas isso não vira manchete.
No caso da história, ninguém se lembra do que os santinhos do Internacional fizeram com os Corinthianos em 1.976.

1) Foguetório a noite toda diante do hotel. Janelas quebradas.

2) Ameaça de envenenamento na comida dos jogadores.

3) Inviabilização do vestiário Corinthiano, com uso de inseticidas altamente tóxicos para prejudicar a saúde dos atletas.

4) Anulação de um gol legítimo de Wladimir, quando o jogo ainda tinha o placar de 0 x 0.

5) Empurrão claro sobre o zagueiro Moisés num dos gols do time da casa.

Nada disso é dito, nada é comentado.
CORINTHIANS SEMPRE !!!!
GRACINDO CARAM
O texto acima deixa clara a intenção da imprensa para com o Corinthians, é ocaso da última sexta a “brincadeira” do globo esporte através de um manequim idiota que apresenta o programa. Diminuir, debochar. Abra o olho Fiel Torcida, nessa época de interatividade a informação voa aos quatro ventos com velocidade absurda, manipula, forma “torcedores” de grama sintética, percebem.
Após romper com o C13 o Corinthians será e já é o alvo das maiores “verdades absolutas” da imprensa a serviço a oligarquia e da madame falida.
Somos a memória daquele Povo que lutou e construiu o Corinthians desde aquela noite em que o cometa rasgou o céu Piratininga, somos a luta desse povo para adentrar ao futebol dito oficial de 1913, somos o Corinthianismo encarnado de Neco, somos a luta contra a intervenção de 1942, somos a reverência ao grande Luizinho eternamente injustiçado na seleção, somos a memória da democracia Corinthiana o maior movimento da história do futebol mundial e desde sempre marginalizado pela imprensa, somos o Corinthians. Somos a Fiel Torcida.
E só por uma questão de justiça deixo aqui expresso em palavras pelo grande Osmar Santos e por José Silvério a narrativa do jogo mais importante da história do futebol, isso para mostrar que também existe gente séria e competente.
Viva o Corinthians Nosso de Cada Dia.

Fonte: http://eocoringao.blogspot.com/2011/04/e-preciso-entender-fiel-torcida.html#comment-form


Majestoso tem equilíbrio só no Paulistão. (via FUTEPOCA)

Dentinho toma a bola de Hernandez.

 

Corinthians e São Paulo fazem, no domingo, o 168º confronto válido por um Campeonato Paulista. E até aqui, em 167 jogos disputados em 75 anos dessa competição, há equilíbrio: foram 58 vitórias dos alvinegros (235 gols marcados), 55 dos tricolores (242 gols) e 54 empates. Já no placar das decisões disputadas entre os dois clubes na competição, a vantagem é corintiana, com vitórias nas decisões de 1938, 1982, 1983, 1997 e 2003. Sãopaulinos venceram as finais de 1957, 1987, 1991 e 1998. Mas os alvinegros ainda despacharam os rivais em quartas ou semifinais nas edições recentes de 1993, 1999, 2001 e 2009, entre outras. Na semifinal de 2000, deu São Paulo.

Porém, se há equilíbrio especificamente na disputa do Paulistão, o retrospecto geral mostra que “majestoso”, mesmo, é o Corinthians. Desde 1936, ano do primeiro confronto, são 290 jogos, com 111 vitórias alvinegras (424 gols marcados), 87 tricolores (390 gols) e 92 empates. A primeira partida foi um amistoso disputado no Parque São Jorge em 22 de março de 1936, com vitória do Corinthians por 3 a 1. E o último clássico ocorreu no Brasileirão, em 7 de novembro de 2010, com placar de 2 a 0 para os corintianos. O alvinegro não perde para o São Paulo há mais de quatro anos e no domingo defenderá um tabu de 11 jogos, 7 vitórias e 4 empates.

Além do tabu, o clássico terá também a expectativa pelo possível 100º gol de Rogério Ceni, pela contagem sãopaulina (a Fifa não reconhece dois gols marcados em amistosos). Do outro lado, o goleiro Julio César tentará se manter invicto e não vazado pelo Tricolor, pois, nos dois clássicos que disputou, o Corinthians venceu por 3 a 0 e por 2 a 0. Vamos relembrar, abaixo, alguns dos jogos marcantes entre os dois clubes exclusivamente pelo Paulistão:

Corinthians 1 x 1 São Paulo (23 e 25/04/1939) – Primeira vez que o São Paulo disputava a decisão de um estadual, o de 1938, com a competição sendo estendida até o início do ano seguinte. A vitória por 1 a 0, gol de Mendes logo aos 2 minutos de jogo, garantia o troféu. Mas a partida teve que ser interrompida 20 minutos depois, por causa de forte chuva, que obrigou o adiamento do resto do jogo para dali a dois dias. Na volta, Carlito (foto) empatou e deu o título ao Corinthians, que sagrava-se bicampeão invicto. Os sãopaulinos disseram que o gol foi feito com a mão.

São Paulo 3 x 1 Corinthians (29/12/1957) – Quase duas décadas depois, os rivais voltaram a se enfrentar em uma final do Paulistão. O clima era tenso. Na primeira fase, quando empataram por 1 a 1, o corintiano Alfredo quebrou a perna em lance com o sãopaulino Maurinho. Dias depois, Luisinho, o “Pequeno Polegar” do Parque São Jorge, encontrou o artilheiro tricolor Gino na rua e lhe deu uma tijolada. No entanto, comandado pelo veterano Zizinho (foto), pelo ponta-esquerda Canhoteiro e pelo técnico húngaro Bella Gutman, o São Paulo venceu a decisão.

Corinthians 1 x 1 São Paulo (17/12/1967) – Na década de 1960, o São Paulo optou por despejar todo o seu dinheiro na construção do estádio do Morumbi, relegando o time de futebol ao décimo plano. Foram anos terríveis, com jogadores idem. Mas o jejum de dez anos sem título esteve muito próximo de ser quebrado em 1967. Na última partida, a vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians garantia a faixa de campeão. Porém, aos 45 do segundo tempo, Benê (foto) empatou para o rival e obrigou o São Paulo a disputar um jogo desempate com o Santos de Pelé. Perdeu por 2 a 1.

São Paulo 1 x 0 Corinthians (13/09/1970) – Completo o estádio do Morumbi, o São Paulo voltou a priorizar o futebol e contratou o canhotinha Gérson, campeão na Copa do México, o tricampeão paulista pelo Santos Toninho Guerreiro e os uruguaios Pablo Forlán e Pedro Rocha. Em um Paulistão disputado por pontos corridos, a quebra de jejum de 13 anos sem títulos veio com uma vitória por 2 a 1 sobre o Guarani, em Campinas. Mas a verdadeira festa aconteceria na última rodada da competição, em casa, com uma vitória sobre o rival Corinthians, gol de Paraná (foto).

Corinthians 3 a 1 São Paulo (12/12/1983) – O São Paulo era bicampeão paulista e tinha três jogadores que disputaram a Copa de 1982 como titulares pela seleção brasileira, Valdir Peres, Oscar e Serginho Chulapa. Mas o Corinthians, além do “doutor” Sócrates, tinha Casagrande (foto), Zenon, Biro Biro e outros jogadores que marcariam a chamada “democracia” no Parque São Jorge. A vitória em pleno Morumbi deu o primeiro título àquele grupo, e o bicampeonato viria em cima do mesmo São Paulo, no ano seguinte. Tricolores só venceriam o rival na decisão de 1987.

São Paulo 3 x 0 Corinthians (08/12/1991) – Depois de perder a decisão do Brasileiro de 1990 para o Corinthians, o São Paulo se via obrigado a dar o troco na disputa do título paulista do ano seguinte. E, logo na primeira partida, o meia Raí chamou a responsabilidade para si e atropelou o rival, fazendo três gols e liquidando a fatura (no jogo de volta, o time do técnico Telê Santana só segurou o empate sem gols e levantou a taça). O Corinthians voltaria a conquistar um Paulistão jogando contra o São Paulo em 1997, com um empate em 1 a 1 no jogo decisivo.

Corinthians 5 x 0 São Paulo (10/03/1996) – As pessoas ainda comentavam o acidente de avião que matou todos os integrantes da banda Mamonas Assassinas, uma semana antes, quando o Corinthians literalmente atropelou o São Paulo na primeira fase do Paulistão, em jogo disputado em Ribeirão Preto. O “animal” Edmundo (foto) fez dois dos cinco gols naquela que ainda é a maior goleada do clássico. Souza, Róbson e Henrique completaram o placar contra o time recém-assumido por Muricy Ramalho, após a doença que havia afastado Telê Santana do futebol em janeiro.

São Paulo 3 a 1 Corinthians (10/05/1998) – No primeiro jogo da decisão, o Corinthians do técnico Vanderlei Luxemburgo venceu por 2 a 1 e a imprensa falou em “nó tático” sobre o São Paulo de Nelsinho Baptista. Irritado, o técnico tricolor sacou Dodô do time e botou Raí, que tinha voltado naquela semana da França e disputaria sua primeira partida no retorno ao Brasil. Resultado: o veterano mandou na decisão, fez o primeiro gol e deu o passe para França (foto) fazer o segundo (o atacante ainda faria outro, após passe de Denílson). Título e retorno em grande estilo.

Corinthians 3 x 2 São Paulo (22/03/2003) – Depois de despachar o rival em duas fases mata-mata em 2002, na Copa do Brasil e no Torneio Rio-São Paulo, o Corinthians voltou a vencê-lo no ano seguinte. Foi a última final de Paulistão que reuniu os dois times, e o Timão de Jorge Wagner (foto), que depois jogaria pelo São Paulo, e de Liédson, que está de volta ao Parque São Jorge, venceu as duas partidas decisivas por placar idêntico e levantou a taça. A derrota teve sérias consequências no Morumbi, com as saídas de Ricardinho e Kaká logo depois, sob pressão da torcida.

São Paulo 5 x 1 Corinthians (08/05/2005) – Maior goleada sãopaulina em competições oficiais, com dois gols de Luizão (foto), e clímax do tabu de 13 jogos sem derrota para o Corinthians, entre 2003 e 2007 (foram 8 vitórias e 5 empates). Mal sabiam os tricolores que o rival engataria um tabu semelhante na sequência. Nesses mais de quatro anos sem perder para o São Paulo, o Corinthians teve vitórias históricas, como nas semifinais do Paulistão de 2009, com o gol da vitória marcado por Cristian nos acréscimos da primeira partida e a arrancada fenomenal sobre o zagueiro Rodrigo e o arremate preciso de Ronaldo no jogo de volta.

 

Fonte: http://www.futepoca.com.br/2011/03/majestoso-tem-equilibrio-so-no.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+FutebolPolticaECachaa+%28Futebol%2C+pol%C3%ADtica+e+cacha%C3%A7a%29


%d blogueiros gostam disto: