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MUNDIAL DE CLUBES DA FIFA: FÓRMULA DE 2000 X FÓRMULA DE 2011

Nós Corinthianos já estamos acostumados que nos contestem todos os títulos em que nos sagramos campeões. Desde 1977, que dizem que Rui Rei estava comprado até o de 2005 com o escândalo da máfia dos apitos.

Com o Mundial de Clubes de 2000 não poderia ser diferente. O principal motivo é que o Corinthians não teria ganho a Libertadores e não poderia estar no Mundial.

Primeiro, a FIFA não chancela nenhum título antes de 2000, pois este foi o ano que ela voltou/começou a organizar o Mundial.

Segundo, o Corinthians entrou no mundial, pois era o BI-CAMPEÃO do país sede 1998 E 1999, já que no ano de 2000 não tivemos Campeão Brasileiro! É isso mesmo, a CBF foi impedida judicialmente de realizar o campeonato e passou a bola para o Clube dos 13, que realizou a COPA JOÃO HAVELANGE onde o Vasco foi Campeão em cima do São Caetano, que também entrou no campeonato pelo ‘Módulo Amarelo (leia-se série B). Uma Zona!

Times Participantes:

Equipes

Leia as informações do site: www.acervosccp.com

Clubes como Al Nassr, Corinthians, Real Madrid e Vasco da Gama entraram como campeões da temporada 1998, enquanto os demais se classificaram em 1999. Isso ocorreu também por causa de falta de datas para organizar o torneio. A ideia original era realizá-lo ainda em 1999, com os campeões de 1998. Porém ele foi adiado para 2000 e algumas confederações indicaram os campeões de 1999.[…]

Por fim, a critica mais dura ao Mundial foi a interrupção na sua realização. Inicialmente o torneio estava previsto para ser disputado anualmente e com sedes rotatórias, mas a falência da ISL, empresa que promovia as competições da FIFA, em 2001, fez com que a disputa do torneio fosse interrompida. Somente em 2005, quatro anos depois da primeira edição, a FIFA voltou a organizar o Mundial. Barcelona, Internacional, Manchester United, Milan e São Paulo também foram campeões.

Fonte: http://www.acervosccp.com/artigo03.htm

Veja o que está no site da FIFA:

A primeira vez
O Campeonato Mundial de Clubes da FIFA no Brasil foi o primeiro evento do futebol internacional no novo milênio. A corajosa decisão de globalizar o mundial interclubes levou oito clubes de todas as partes do mundo a se reunirem no Rio de Janeiro e em São Paulo para disputar o torneio. Entre os concorrentes estavam o Real Madrid, escolhido o clube do século pela FIFA, e o então campeão europeu Manchester United. A equipe inglesa vinha de três conquistas na temporada 1999/2000 e inclusive desistira de defender o título da Copa da Inglaterra para enfrentar os melhores clubes de cada continente em solo brasileiro.

O campeão
A final foi disputada entre dois clubes brasileiros. Em um belo dia de sol no Maracanã, Vasco da Gama e Corinthians se enfrentaram pelo título de campeão do mundo. A equipe paulista venceu por 4 a 3 nos pênaltis após 120 minutos de muita tática, mas nenhum gol. Depois de empatar com o Real Madrid e derrotar o Al Nassr da Arábia Saudita e o Raja do Marrocos na primeira fase, o Corinthians de Vampeta, Rincón, Edu, Dida e Edílson venceu a decisão com merecimento diante de 73 mil espectadores.

A surpresa
A final sem nenhum dos clubes europeus foi sem dúvida a maior surpresa do Campeonato Mundial de Clubes da FIFA. O Real Madrid terminou em uma frustrante quarta colocação depois de perder para o Necaxa do México na decisão do terceiro lugar. O time espanhol ficara de fora da final no saldo de gols depois de empatar em pontos com o Corinthians na primeira fase. Já a derrota por 3 a 1 para o Vasco da Gama mandou o Manchester United para casa mais cedo. Os destaques do time carioca na partida foram Romário e Edmundo, este último marcando o gol mais bonito da competição.

O Necaxa do México fez bonito ao levar a medalha de bronze no jogo contra o Real Madrid. Comandado pelo rápido atacante equatoriano Agustín Delgado, o time mostrou bom toque de bola, superou nos pênaltis os aristocratas espanhóis e voltou para casa de cabeça erguida.

A estrela
O atacante corintiano Edílson levou a Bola de Ouro adidas como o melhor jogador do torneio. Com dois gols e uma assistência, o “Capetinha” encantou a torcida com o seu talento em lances como um histórico drible entre as pernas do francês Karembeu, do Real Madrid.

Estatísticas do Brasil 2000:

Classificação final:

  1. Corinthians
  2. Vasco da Gama
  3. Necaxa
  4. Real Madrid

Gols marcados: 
43 (média de 3,07)

Melhor ataque:

Equipe Gols marcados 
Real Madrid 9

 

 

Fonte:  siteFIFA

Veja a tabela dos jogos:

Partidas e Resultados

Primeira Fase

Grupo A
Jogo Data Time da casa Resultados Equipe Visitante
1 05 Janeiro Real Madrid Real Madrid 3:1 (1:1) Al Nassr Al Nassr
2 05 Janeiro Corinthians Corinthians 2:0 (0:0) Raja Casablanca Raja Casablanca
5 07 Janeiro Real Madrid Real Madrid 2:2 (1:1) Corinthians Corinthians
6 07 Janeiro Raja Casablanca Raja Casablanca 3:4 (1:1) Al Nassr Al Nassr
9 10 Janeiro Real Madrid Real Madrid 3:2 (0:1) Raja Casablanca Raja Casablanca
10 10 Janeiro Al Nassr Al Nassr 0:2 (0:1) Corinthians Corinthians
Grupo A
Equipe Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols A Favor Gols Sofridos Pontos
Corinthians Corinthians 3 2 1 0 6 2 7
Real Madrid Real Madrid 3 2 1 0 8 5 7
Al Nassr Al Nassr 3 1 0 2 5 8 3
Raja Casablanca Raja Casablanca 3 0 0 3 5 9 0
Grupo B
Jogo Data Time da casa Resultados Equipe Visitante
3 06 Janeiro Manchester United Manchester United 1:1 (0:1) Necaxa Necaxa
4 06 Janeiro Vasco da Gama Vasco da Gama 2:0 (0:0) South Melbourne South Melbourne
7 08 Janeiro Manchester United Manchester United 1:3 (0:3) Vasco da Gama Vasco da Gama
8 08 Janeiro South Melbourne South Melbourne 1:3 (1:2) Necaxa Necaxa
11 11 Janeiro Manchester United Manchester United 2:0 (2:0) South Melbourne South Melbourne
12 11 Janeiro Necaxa Necaxa 1:2 (1:1) Vasco da Gama Vasco da Gama
Grupo B
Equipe Jogos Vitórias Empates Derrotas Gols A Favor Gols Sofridos Pontos
Vasco da Gama Vasco da Gama 3 3 0 0 7 2 9
Necaxa Necaxa 3 1 1 1 5 4 4
Manchester United Manchester United 3 1 1 1 4 4 4
South Melbourne South Melbourne 3 0 0 3 1 7 0
Terceiro lugar
Jogo Data Time da casa Resultados Equipe Visitante
13 14 Janeiro Real Madrid Real Madrid 1:1 Prorr. (1:1, 1:0) 3:4 PSO Necaxa Necaxa
Final
Jogo Data Time da casa Resultados Equipe Visitante
14 14 Janeiro Corinthians Corinthians 0:0 Prorr. 4:3 PSO Vasco da Gama Vasco da Gama
Fonte:  site FIFA
Esta fórmula voltou a ser praticada desde 2007, onde o time do país sede, o campeão, também participa, no caso de 2011, o Kashiwa Reysol do técnico Nelsinho e de Jorge Wagner, O Traidor!
Mas o que me espanta é que a Imprensa não fala nada e passa por cima do fato de Santos e Barcelona entrarem só na SEMI FINAL! Isso sim é um absurdo!
Veja a tabela do Mundial de 2011:
Enfim, qual seria a Fórmula ideal? Será que se o Corinthians entrasse na Semi Final em 2000 a imprensa ficaria quieta? Será que é justo entrar só na semifinal? Porque isso? Seria a Fórmula de 2000 a mais justa?
Eu acho que sim, o certo é formar dois grupos e os dois melhores de cada grupo se enfrentarem num quadrangular mata-mata, como foi em 2000!
Este blog serve pra isso, dizer o que a imprensa esportiva não tem coragem de falar e mostrar o que os anti Corinthianos gostam de esconder por conveniência!
Por essas e outras é que nós Corinthianos temos de falar de boca cheia que somos sim Campeões Mundiais! O PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL PELA FIFA!
Vai Corinthians

É PRECISO ENTENDER FIEL TORCIDA, por André Rubio

Nação Corinthians.
Precisamos entender como funciona a máquina suja da imprensa que maquia informação para denegrir o Corinthians desde sempre, nesse texto de Gracindo Caran as vísceras dessa artimanha ficam expostas.
Como dizia Robespierre, a principal arma do canalha é fazer-se de vítima e atribuir ao rival seus próprios defeitos. Muitas autoridades, no decorrer da história, se utilizaram dessa técnica para desviar os olhos de seus próprios crimes e vícios. No futebol, o esporte das multidões, não tem sido diferente. No Brasil, o Flamengo é o clube com maior número de simpatizantes nominais. Muitos deles torcem por um time local, mas declaram-se flamenguistas nas pesquisas.
O Corinthians, entretanto, como comprova o minucioso estudo do BAV, da Young & Rubicam, é a “marca” mais estimada.
O que nos permite dizer que o Corinthians é não somente o clube com mais torcedores fiéis, mas também é a maior instituição popular do país. Tem mais tradição que os partidos políticos, é mais estimado que qualquer associação de classe, tem mais apelo que qualquer entidade em qualquer área de expressão da cidadania. Isso porque o Corinthians não nasceu da vontade de um conde, de um governador, de um grupo de empresários, de um grupo de jovens da oligarquia, de um intelectual.
Ao contrário, nasceu sozinho, obra da natureza, semeado pelo brilhante Cometa Halley. Nasceu resultado da vontade do povo, dos operários, dos carroceiros, dos imigrantes e migrantes, dos que buscavam ter alguma voz na sociedade. O Corinthians, e nós Corinthianos, conseguimos obter essa inclusão com muito empenho, muita luta e muito sofrimento.
Éramos os outsiders. Os penetras na festa das elites. Nos primeiros anos, os inimigos e a imprensa quatrocentona tentaram colar rótulos sobre a Nação. Eram denominações que escancaravam o preconceito e tentavam nos diminuir até mesmo como seres humanos. Éramos o time dos “suados”, dos “sujos”, dos “carroceiros”, dos “anarquistas”, dos “pobres do Bom Retiro”, dos “arruaceiros da Várzea do Carmo”, da “pretalhada”, dos “maloqueiro”, dos “carregadores do Mercadão”.
Ora, mas éramos mesmo, com orgulho, muito do que diziam. O nosso ethos e os nossos perfumes…Éramos o time dos suados, pois éramos trabalhadores. Muitos de nós abriram na picareta as ruas da maior cidade do Brasil. Éramos os sujos, sim, pois tínhamos graxa de máquinas nas mãos. Éramos carroceiros, sim. Nosso segundo presidente, por exemplo, era dono de um tílburi, um taxi da época, puxado por cavalos. Éramos anarquistas, sim, graças a Deus. Nosso primeiro presidente, Miguel Bataglia, aprendera sobre essa doutrina política com os militantes sindicalistas da Light. Éramos, sim, mais pobres. Gente que lutava para sobreviver no bairro que até hoje acolhe os fora. Éramos os “arruaceiros”, pois o time ganhou logo o reforço dos moços do Botafogo da Rua Paula Souza, cujo time havia sido desfeito pelo tirano delegado de polícia. Éramos, sim, o time da “pretalhada”, pois os bons irmãos afro-descendentes logo viram que ali não havia preconceito e nem desamor. Éramos “maloqueiro”, sim, como gostava de dizer o Corinthiano Adoniran Barbosa, autor de “Saudosa Maloca”. Morávamos onde era possível, nas franjas da cidade, especialmente nos cortiços. Éramos, sim, os carregadores da comida da cidade. Éramos gente do Mercadão, dos nordestinos que ofereciam a mão-de-obra braçal aos japoneses bananeiros. Se isso tudo nos orgulha, é certo que também causa repugnância em muita gente, especialmente nos que tiveram seus palcos chiques invadidos por gente mal vestida e muitas vezes também mal nutrida. Não à toa que ainda nos chamam de “gambás”, pois tinham os o cheiro das fábricas da Mooca e do Belém, o cheiro da carne do Mercado Municipal, o cheiro da água sanitária das lavadeiras da Baixada do Glicério.
Não importa que hoje o Corinthians tenha ganho a adesão de artistas, intelectuais e até de empresários. Muitos deles usuários de perfumes de Paris. O aroma de nosso ethos é que os desagrada. É de gente. Temos o doce aroma do Brasil de verdade.
*Mídia, preconceito e sabotagens informativas. Diariamente, a mídia monopolista brasileira reproduz ainda hoje o preconceito contra tudo que é legitimamente popular. A imprensa brasileira é controlada basicamente por oito famílias e seus aliados das oligarquias regionais, seus parceiros e retransmissores. Os grandes jornais são hoje controlados pelos netos e bisnetos dos barões que torciam o nariz para o clube dos operários. Dos quatrocentões do Estadão aos enriquecidos pela Ditadura, como os Frias da Folha, a visão de mundo é a mesma. Alguém pode objetar: “ora, mas tem dono de jornal e jornalista Corinthiano”. De fato, existem. Jornalistas, aliás, muitos. Prevalece, entretanto, na construção do discurso e da investigação jornalística o ranço do preconceito.
Essa antipatia, por vezes, se converte em raiva, em religião de ódio. É o anti-corinthianismo militante, perigoso e traiçoeiro. Esse modo de ver e tratar o clube tem até algumas regras:
1) Diminuir todas as conquistas Corinthianas. Desvalorizá-las e satirizá-las.
2) Escarnecer o Corinthiano. Tratá-lo como um menor.
3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.
4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por ventura, tenha beneficiado o time.
5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.
6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.
7) Superdimensionar qualquer episódios que possa contribuir para gerar ou alimentar uma crise no clube.
*Como funciona…

Vamos analisar objetivamente os itens acima expostos:

1) Diminuir todas as conquistas Corinthianas. Desvalorizá-las e satirizá-las.

É o caso do Mundial da FIFA. A mídia, por meio de seus Miltons Neves da vida, criou a idéia fantasiosa de que o torneio não tem validade. Isso é repetido diariamente por gente que escreve comentários em blogs, fóruns e outros canais de comunicação. Não importa que a FIFA reconheça o Corinthians como o primeiro dos campeões mundiais. Não importa que o torneio tenha reunido as maiores potencias do futebol, e representantes de todos os continentes. Não importa que o Corinthians tenha sido incluído por ser bicampeão do país sede. Prefere-se qualificar como campeões mundiais os clubes que
venceram o jogo Europa-América do Sul, muitas vezes disputado pelo vice-campeão europeu. A regra do perfeito canalha midiático é desmerecer a conquista dos outsiders.

2) Escarnecer o Corinthiano. Tratá-lo como um inferior.

A estratégia é acuar o Corinthiano. Dizer que o clube não tem conquistas importantes, por exemplo. Vale fingir que o Paulista não era importantíssimo até 20 anos atrás. A proposta é dizer que o Corinthians não tem estádio, não tem CT (até pouco tempo atrás) e que a torcida é composta de estúpidos ignorantes.

3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.

É o caso de 2.005, quando o Esquema Fernando Carvalho funcionava para dar ao Inter o título brasileiro que não ganhava (e não ganha) há décadas. A imprensa alimenta a idéia de que o título foi roubado. O mesmo se diz do título Paulista de 1.977, em que se acusa um falso caso de corrupção do ponte-pretano Rui Rei. O mesmo se diz da Copa do Brasil de 2.002, em que a imprensa viu um Brasiliense vítima e “superior” ao Corinthians. O argumento e a leviandade…

4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por ventura, tenha beneficiado o time.

É o caso do tal pênalti em Tinga, do Internacional. É o caso da suposta cobrança de falta com bola rolando na
primeira partida da final da Copa do Brasil de 2.009. Vale ainda inventar situações. E repeti-las à exaustão. Pois como diziam os gênios manipuladores da informação do 3o. Reich, uma mentira dita mil vezes vira uma verdade. É o caso do pênalti cometido sobre um atleta do Internacional, na partida acima citada. Obra de lábia fantasiosa, repetida aos quatro ventos.

5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.

A mesma mídia que se esgoelou para cobrar o tal pênalti em Tinga, foi a mesma que calou diante do pênalti em Acosta, na decisão da Copa do Brasil de 2.008. Hipocrisia é a regra.

6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.

É o caso do conflito envolvendo polícia e Corinthianos no Morumbi, no campeonato paulista. O jogo do muro lembram? Foi o caso da versão escandalosamente falsa sobre o conflito que resultou da morte do Corinthiano Clayton Souza. O promotor foi desmascarado por jornalistas sérios, mas nem assim a grande imprensa resolveu se retratar. Manteve com cara de pau a versão antiga.

7) Superdimensionar qualquer episódio que possa contribuir para gerar ou alimentar uma crise no clube. Aqui, não se absolve ninguém, pois sempre houve irregularidade na administração Corinthiana. O que ocorre, entretanto, é um jornalismo irresponsável, praticado até mesmo em blogs supostamente pessoais.
Exagera-se. Acusa-se sem provas. Promove-se o caos com base em hipóteses e denúncias sem credibilidade.
*Os queridos da mídia

Para entender como funciona o processo de exaltação dos queridos da mídia, basta inverter todas essas regras.
É o caso de Internacional e São Paulo, que trabalham diariamente nos bastidores, distribuindo mimos a árbitros, cartolas e, logicamente, jornalistas (imprensaleiros).

Alguns exemplos de comportamento da mídia adestrada:

1) Ninguém se levanta para mostrar os inúmeros erros escandalosos de arbitragem que beneficiaram o Inter em 2.005.

2) Ninguém move um dedo para denunciar a anulação dos dois gols do Nacional, no Beira-Rio, na Libertadores de 2.006.

3) Ninguém reclama da anulação do gol legítimo do Botafogo no Brasileiro de 2.008, em partida contra o São Paulo, no Engenhão. Aliás, fazem-se todos de surdos e mudos diante dos 10 erros de arbitragem, comprovados por vídeos, que deram o campeonato ao time do Jardim Leonor. O São Paulo pode ter seu estádio penhorado, mas isso não vira manchete.
No caso da história, ninguém se lembra do que os santinhos do Internacional fizeram com os Corinthianos em 1.976.

1) Foguetório a noite toda diante do hotel. Janelas quebradas.

2) Ameaça de envenenamento na comida dos jogadores.

3) Inviabilização do vestiário Corinthiano, com uso de inseticidas altamente tóxicos para prejudicar a saúde dos atletas.

4) Anulação de um gol legítimo de Wladimir, quando o jogo ainda tinha o placar de 0 x 0.

5) Empurrão claro sobre o zagueiro Moisés num dos gols do time da casa.

Nada disso é dito, nada é comentado.
CORINTHIANS SEMPRE !!!!
GRACINDO CARAM
O texto acima deixa clara a intenção da imprensa para com o Corinthians, é ocaso da última sexta a “brincadeira” do globo esporte através de um manequim idiota que apresenta o programa. Diminuir, debochar. Abra o olho Fiel Torcida, nessa época de interatividade a informação voa aos quatro ventos com velocidade absurda, manipula, forma “torcedores” de grama sintética, percebem.
Após romper com o C13 o Corinthians será e já é o alvo das maiores “verdades absolutas” da imprensa a serviço a oligarquia e da madame falida.
Somos a memória daquele Povo que lutou e construiu o Corinthians desde aquela noite em que o cometa rasgou o céu Piratininga, somos a luta desse povo para adentrar ao futebol dito oficial de 1913, somos o Corinthianismo encarnado de Neco, somos a luta contra a intervenção de 1942, somos a reverência ao grande Luizinho eternamente injustiçado na seleção, somos a memória da democracia Corinthiana o maior movimento da história do futebol mundial e desde sempre marginalizado pela imprensa, somos o Corinthians. Somos a Fiel Torcida.
E só por uma questão de justiça deixo aqui expresso em palavras pelo grande Osmar Santos e por José Silvério a narrativa do jogo mais importante da história do futebol, isso para mostrar que também existe gente séria e competente.
Viva o Corinthians Nosso de Cada Dia.

Fonte: http://eocoringao.blogspot.com/2011/04/e-preciso-entender-fiel-torcida.html#comment-form


Vai vai Corinthians! (via blog Espírito Corinthiano)

Vai Vai Corinthians

Letra: Osvaldinho da Cuíca e Papete
Música: Osvaldinho da Cuíca e Patete
Ano: 1974
Intérprete: Osvaldinho da Cuíca

Letra:

Corinthians, é teu nosso Amor
O teu destino é ser da gente o Campeão
Sem preconceito de cor
É branco e preto deste povo o coração

Vai, Corinthians
Vai, não para de lutar
Vai, torcida Fiel
Saravá, São Jorge, que ele vai nos ajudar

Coringa, tua glória é o Mosqueteiro
Dou pernada, sou cabreiro
Se alguém fala mal de ti

Nós temos lá no Parque o Padroeiro
O meu São Jorge Guerreiro
É quem vai olhar por ti

Nossa Torcida é uma corrente muito forte
Na Zona Sul, na Zona Leste ou Zona Norte
E na vitória ou na derrota eu grito forte
Nasci Corinthians e serei até a morte

Comentários deste blog:
Poucas canções no mundo perduram décadas na boca do povo, ainda mais quando entoadas em massa, como hinos, e enquando representações de um estado de espírito, de um desejo, um pedido sagrado, uma oração: “Vai, Corinthians! Vai, não para de lutar”.

A canção de Osvaldinho da Cuíca e Papete (José Ribamar) traduz Fielmente os anseios e a espiritualidade do Corinthiano. Mais do que isso, é oração coletiva feita nas arquibancadas cotidianamente, quase que sua letra integral. É grito de guerra, trilha sonora para celebrar as peleias.

O incentivo-cumprimento “Vai, Corinthians” transcende a equipe que joga por nós e vem parar fora das quatro linhas, merecidamente reconhecendo cada Corinthiano como representação do Glorioso Corinthians. “Vai, Corinthians” é dito como um desejo de boa sorte, um amuleto intangível, fortemente sensível. Eu sou Corinthians! Você também é. Então eu te saudo, Corinthians que é, Corinthians que somos.

Osvaldinho da Cuíca tem uma vastíssima participação na história do Samba Paulistano, o que pode ser conferido aqui Samba-Choro (Osvaldinho da Cuíca) com toda qualidade do site e os créditos merecidos. Mas o que particularmente encanta este escriba é a revolução causada sob influência de Osvaldinho em meados dos anos 70, quando pedras fundamentais foram lançadas pelo rico mundo do samba paulistano.

Corinthiano, Gavião, e integrante da Vai Vai, Osvaldinho fez valer sua polivalência e influência no samba. Em 1974 compôs junto com Patete (Biografia Maranhense – Papete) o samba a que nos referimos neste post. No ano seguinte, articula a fundação da Ala dos Compositores da Vai Vai. No mesmo ano aos Gaviões da Fiel foram convidados a desfilar na Escola, formando o “Bloco dos Gaviões da Fiel”, dentro da Vai Vai. Dado seu sucesso, no ano seguinte os Gaviões decidem ser Bloco de Carnaval e disputou o desfile oficial de blocos da cidade de São Paulo. Usou como samba-enredo o samba de Osvaldinho e Patete, e sagraram-se campeões do carnaval. Em treze anos de disputa, 1976 a 1988, o Bloco dos Gaviões venceu doze, tornando-se Escola de Samba em 1989. Este samba foi gravado no compacto “Osvaldinho da Cuíca e Grupo Vai Vai”, selo Marcus Pereira, primeiro álbum do artista.

Portanto este samba, que é canto de arquibancada, que é cumprimento e desejo das melhores vibrações, que é a manifestação do Amor ao Corinthians de um influente integrante da Vai Vai, é parte do DNA do Bloco dos Gaviões, de onde veio a surgir uma das maiores Escolas de Samba do País.

Este espaço vem a agradecer a Osvaldinho da Cuíca e a Patete pela homenagem ao nosso Corinthians, eterna, práxis misteriosamente em constante vanguarda, feita e refeita todos os dias.

“Vai, Corinthians. Vai, não para de lutar. Vai, Torcida Fiel. Saravá, São Jorge, que ele vai nos ajudar”.

Faça o download do samba Vai vai Corinthians nas versões original, com Osvaldinho da Cuíca, e também com o Bloco dos Gaviões da Fiel:

DownLoads

 


Não para, não para, não para…….. parou!


“Convivi com Ronaldo por aproximadamente dezoito intensos meses, quando técnico do Corinthians. Sua força individual contagiou a todos nós.”
14/02/2011 – 14:03

 

Hoje, sem dúvida nenhuma, é mais um dos muitos dias especiais que o futebol e a vida nos proporcionam.

Mesmo vivendo neste turbilhão de acontecimentos, nesta loucura geral, por um instante muita gente, mais muita gente mesmo, entre elas eu, parou para acompanhar o anuncio oficial do encerramento da carreira de Ronaldo “Fenômeno”, que um dia já foi Ronaldinho e que agora voltará a ser Ronaldo Nazário de Lima.

Sua trajetória se explica com gigantescos feitos. Ser o maior goleador de todas as Copas. Ser escolhido o melhor do mundo em três oportunidades. Ser vencedor nos principais clubes do mundo, transformando-se em um ídolo mundial, capaz de parar o Haiti com a Seleção Brasileira em um jogo amistoso.

Convivi com Ronaldo por aproximadamente dezoito intensos meses, quando técnico do Corinthians. Sua força individual contagiou a todos nós. Os resultados foram mais significativos no primeiro ano, mas sua vontade de ganhar qualquer disputa, inclusive as mais singelas “apostas”, explica sua capacidade de sempre ressurgir, de superar o que superou em termos de lesões e de nunca se acomodar nas justificativas.

Tenho firme na memória a imagem de vê-lo colocando bandagem, sentado em uma mesa de madeira, no então contêiner-vestiário do hoje CT corinthiano, dias antes de ganharmos o Paulistão de maneira invicta e a Copa do Brasil, em 2009. A simplicidade era de um iniciante.

De agora para frente vai virar lenda, vai se juntar a tantos outros grandes que nos encheram de alegrias com suas obras primas. Felizmente para nós do futebol brasileiro é assim, uns vão e outros vêm. Que os que vierem, tragam consigo o aprendizado dos que, como Ronaldo, souberam seguir, sempre em frente, de cabeça erguida. Seus defeitos? Bom, seus defeitos estão presentes nos humanos – aliás, era apenas nisso que dava para ver que ele era humano.

O que cabe a nós a partir de agora, é retribuir tudo que Ronaldo nos fez, minimizando esta sensação de vazio que ele deve estar sentindo, com o carinho que o torcedor brasileiro sempre teve para com ele. Então mais uma vez ele ressurgirá em alguma outra atividade – espero relacionada com o futebol – fazendo o sucesso que sempre foi a sua marca, a marca dos vencedores.

Sumirão e surgirão amigos, fecharão e abrirão portas, perderás e ganharás título de presidência. Enfim, a vida vai continuar e ninguém mais do que você sabe disso, porque o ônibus continua saindo de São Cristóvão… mas para você embarcar, ele para em qualquer lugar.

Até breve.
Mano Menezes


FENÔMENO PARA SEMPRE!

Ontem o mundo foi atingido por uma notícia que deixou de luto o mundo do futebol e principalmente a torcida Fiel Corinthiana. Ronaldo vai se APOSENTAR! Ele disse que não aguenta mais as dores decorrentes de oito cirurgias e sete lesões graves.

Com muita humildade fez as pazes com o Neto e lhe disse que mal pode pegar os filhos no colo. Parte da imprensa abutre diz que é por conta das críticas feitas pela torcida na porta do CT do Corinthians, mas não, parece que  a paposentadoria é por conta das fortes dores que o fenômeno tem sentido.

A desclassificação da Libertadores da América pode ter contribuído, afinal de contas, pra quem já ganhou de tudo, nessa hora falta motivação mesmo.

Eu nunca vi um craque da magnitude de Ronaldo parar de jogar futebol, mas posso dizer que o clima é mesmo de comoção nacional. Todos os torcedores, de todos os clubes devem estar um pouco tristes sim. Todos os jornais esperam pela entrevista coletiva que ele irá conceder às 12:40h de hoje, onde se despedirá do futebol.

Mas na nossa lembrança ficará os grandes lances desse craque do futebol!

VALEU RONALDO! VALEU FENÔMENO!

 


Não queremos ser campeões.

03/02/2011 – 13:20 por Geral do Todo Poderoso Timão

Salve Geraldinos!!

Mais uma vez a obsessão pela vitória nos fez sair prematuramente da Libertadores. Não entendo e vejo uma pressão desnecessária para ganhar a tal competição Sulamericana. E como eu sempre disse e penso, só ganharemos a Libertadores quando essa pressão, obsessão e tudo mais, acabar. Iremos ganhar quando tratarmos uma Libertadores como um campeonato comum ou como mais um campeonato.

As declarações no começo do ano pareciam ensaiadas. Os jogadores que estão e os que vêem falam de uma obsessão uma obrigação de ganhar o torneio. Ganhar a Libertadores todo mundo quer. Mas eu também quero ganhar o Paulista, o Brasileiro e o que a gente entrar pra jogar. Corinthians é assim e tem que ser obcecado pela vitória e não em só uma competição.

É triste ser eliminado. É vergonhoso sair em uma Pré-Libertadores, contra um time bem mais fraco, sim é. Mas o que me deixou mais envergonhado foi a falta de brio, a falta de futebol e a falta de vontade. E esses mesmos motivos me envergonharam contra Bragantino, Noroeste e São Bernardo. Falta sangue e suor de verdade, como prometido para o jogo de ontem.

E quando se perde com o sentimento de que o time não tentou vencer é muito mais doloroso. Bom futebol o Corinthians deixou na final da Copa do Brasil de 2009. Aquele time era equilibrado e naturalmente vitorioso, de lá pra cá, me parece que o Corinthians tornou-se um amontoado de jogadores sem vontade, cheios de soberba. E o futebol não é assim.

Ano passado, quando fomos eliminados pelo Flamengo, eu disse aqui que não era momento de caça as bruxas. Continuo achando que não é hora de achar os culpados, mas mudanças necessárias têm que ser feitas. Tite deixou claro, apesar de sua simpatia, que não tem a menor possibilidade de treinar o Corinthians. O Corinthians não precisa de um treinador medroso. O elenco segue o mesmo e agora se junta o centro avante de verdade. Não dá pra encarar uma temporada com um atacante gorducho e bonachão, por mais craque que ele seja.

Aquela história de marketing e publicidade, que o futebol atual é business precisa acabar. Futebol é jogado no campo. Na bola. E não nas ações publicitárias. O time tem que ser bom por que um time bom que briga por títulos, vende. O Corinthians com um time bom, brigando por títulos, vende o dobro. Mais do que mudar nomes e pessoas, o pensamento tem que mudar. O pensamento da diretoria e dos jogadores.

Sobre o jogo não tem que falar. O que se viu foi um time recuado, medroso e que esperou o Tolima atacar. No único momento que jogou, no começo do segundo tempo, assustou o adversário, mas foi pouco. Havia um buraco no meio campo causado pela falta de uma meia de criação. E esses meias só apareceram depois de tomar o primeiro gol. Time que entra com medo de perder deixa claro que não tem forças para vencer.

Segue a vida. Segue o jogo. O Corinthians continua vivo. E o Corinthians é sempre maior que tudo isso. Domingo é contra a porcada e é contra eles é hora de se reerguer!

Pra mim, o ano novo começa agora, Feliz 2011 Corinthians!

Eliminado1 Não queremos ser campeões.

Autor do post:
Sandro Terranova
@sandroterranova
corinthians@osgeraldinos.com.br

TOMA ESSA PORRA DESSE TROFÉU!

Como ficará a Taça da Libertadores na sala de troféu do Corinthians o dia em que a conquistarmos.

 

Ontem o Corinthians perdeu para o medíocre time do Tolima e estamos fora da Libertadores, mas quer saber, DANE-SE!

Esse post vai para aqueles que não consideram e nem respeitam a história. Quando comecei a ser corinthiano, ninguém nem sabia o que era Libertadores, ninguém disputava essa porra desse campeonato. Só quem disputava era Argentina e Uruguai, tanto que o Peñarol tem seis títulos, Independiente tem mais uns seis, Boca Juniors também tem mais seis, Estudiantes, Racing, Nacional,  enfim, o Brasil nunca deu importância pra esse título. Meia dúzia de clubes brasileiros tem esse título.

O Corinthians Reinou absoluto de 1910 até 1954, passou por uma seca de 23 anos, período em que a torcida só cresceu, e isso contribuiu para não termos ganho este campeonato. A Libertadores começou em 1960 e a imprensa dá mais valor para a Libertadores da América do que para o Campeonato paulista por exemplo que mais de  cem anos! Isso eu não entendo.

Tanto é verdade, que o campeonato Mundial de Interclubes, que era deisputado pelo vencedor da Libertadores contra o da Champions League, nem era reconhecido pela FIFA, passou a ser reconhecido de 20o0 pra cá, ano em que o Corinthians foi o Vencedor, só que mais uma vez, os intelectualóides da imprensa esportiva não consideram como legítimo.

Não se trata de discurso de perdedor, mas a imprensa odeia tudo que é do Corinthians. Pq? Porque o Corinthians dá audiência! Simples. Então vamos falar mal o máximo possível.

O Corinthians é mais que isso tudo! Que se foda que fomos desclassificados, mas de pressionar o clube, pois mudanças precisam ser feitas, por exemplo o Palmeirense do Roberto Carlos não pode mais vestir a o manto sagrado, o Tite tem de ser mandado embora em pleno vôo, e principalmente mandar quem não quer jogar bola, quem está acima do peso, e não é só o Ronaldo, Dentinho e Jucilei tb estão, mandar o preparador físico embora que é incompetente,etc.

Não se pode fazer disso um trauma, um cavalo de batalha, temos de olhar pra trás e ver que o Corinthians tem um passado glorioso e isso é o que importa.

Tenho uma idéia, o dia que tivermos essa taça na sala de Troféus do Parque São Jorge, vai poder ver ela que ficará num quarto escuro durante todo o dia e às 23:59:59 segundos, um flash vai iluminá-la de cabeça para baixo com a seguinte frase:

“TOMA ESSA PORRA DESSE TROFÉU!”

 

PS: Esse blog é exclusivo para Corinthianos, se vc não torce para o Corinthians saia do blog e não deixe seu comentário, se vc deixar ele será censurado.


Briga de Datena e Neto com Ronaldo. Que vexame.

A dor de cotovelo do Neto.

É com dor no coração que eu escrevo este post, porque o Neto é meu ídolo de infância. Quando eu era moleque eu queria ser ele, eu fazia gol e imitava ele me ajoelhando no campo, mas como comentarista ele tá muito mal assessorado.

Já vi algumas entrevistas dele, nos filmes do corinthians (23 anos em 7 segundo), e numa que ele deu para o Mauro Beting ele confessou que já chegou a torcer contra o Corinthians, na época em que o Kia e a MSI estava lá,

Ocorre que tá ficando feio os comentários que ele faz no programa Jogo Aberto, apresentado por uma pessoa que nunca chutou uma bola na vida, a Renata Fan (parei de assistir). Parece que o Neto tem ciúme dos jogadores e dos que foram ídolos depois dele, no caso do Marcelinho Carioca, e do Ronaldo atualmente.

Depois que acaba o Jogo Aberto, ele se junta com um outro apresentador muito fraco, que eu acho que nem é jornalista, e só fica fazendo bagunça. Ontem, dia 26/01/2011, eles estavam falando mal do Ronaldo, do Dentinho e do Jorge Henrique, pois eles estavam na Twitcam conversando com os fãs e derrepente o Ronaldo leu um tweet de um cara que falou que tinha mais gente vendo eles na internet, do que torcedores do Palmeiras no Parque Antártica em dia de jogo.

Primeiro ele distorceu os fatos e falou que Ronaldo é quem tinha falado, sendo que ele leu. Depois o Datena começou a falar um monte de bobagens também.

Ai o Ronaldo elogia uma matéria feita pelo Globoesporte sobre o Twitcam dos jogadores e critica a matéria feita pelo Jogo Aberto em que o Neto participa. Eu também não gosto da Globo, mas o Tiago Leifert é bom e o programa melhorou bastante com ele e a matéria tava muito melhor mesmo, pois abordou outro aspecto das brincadeiras feitas na twitcam, soou mais como uma discontração. Aí o Datena  não gostou da crítica e virou uma baixaria.

Primeiro – O Neto tá se queimando nesse programa que ele apresenta com o Datena, sai desse programa Neto.

Segundo – Todo Ídolo do Corinthians tem o seu espaço e sua importância. O Neto é meu ídolo, assim com o Sócrates, o Marcelinho, CasaGrande, Biro Biro, Neco, Teleco, Cláudio, Luizinho, Idário, Gilmar Goleiro, etc Não importa se o Ronaldo ganha 1 milhão e meio por mês, ninguém paga ele à força. E aposto que o Corinthians não leva prejuízo, sobra dinheiro lá dentro. Temos de criticar que tá mantendo o Ronaldo lá, que realmente já não tá jogando como em 2009.

Terceiro – Dr. Osmar é uma lenda no Corinthians, no Jornalismo e na Medicina. O cara curou João do Pulo. Ele precisa ser respeitado e o Neto, único Corintiano da bancada não ajuda ele, só fica cortando -o, assim como a Renata Fan e outros. Até o Benja não foi mais no programa depois de uma briga com o Neto.

Neto tem que continuar comentando os jogos, pois ele sabe muito de futebol, mas deixar de lado essas discussões extra campo e sensasionalistas lançadas pelos diretores desses programas que só querem saber de Ibope e nada mais.

Esquecer o salário do Ronaldo. Criticar sim quem o contratou e fazer oposição política contra os diretores e dirigentes do Corinthians, já que é o bem do time o que ele quer e o que todos nós queremos.

Semana que vem tem o jogo de volta contra o Tolima (primeiro jogo 0 x 0 no Pacaembu). Saiu barato pra eles e o Corinthians tem de vencer na Colômbia, não vai ser fácil.

Vamos esperar pra ver.

VAI CORINTHIANS


CORINTHIANS BI-CAMPEÃO MUNDIAL INTERCLUBES!!!

Recentemente, em meio a muita polêmica, a Confederação Brasileira de Futebol – CBF homologou os títulos da Taça Brasil e Roberto Gomes Pedrosa, ascendendo Santos e Palmeiras a condição de maiores vencedores do campeonato brasileiro de futebol.

 

Tal reconhecimento baseou-se em levantamentos do jornalista Odir Cunha, sendo homologado pela CBF sob o fundamento de que ambos torneios eram as principais competições da época, já que o campeonato brasileiro só começou a ser disputado em 1971.

 

Na esteira desta discussão surge, ainda, a polêmica dos campeões mundiais de clubes. A disputa da Copa Intercontinental de clubes, atual campeonato mundial da FIFA, começou a ser disputada no ano de 1960, tendo como primeiro campeão o Real Madrid – ESP.

 

Mas, afinal, só houve campeões mundiais a partir de 1960? Para muitos, não!

 

Disputada inicialmente em 1952, a Pequena Taça do Mundo reunia os dois melhores clubes da América do Sul e os dois melhores da Europa, que, por sua vez, enfrentavam-se em jogos de ida e volta (totalizando 6 partidas) até definir o maior pontuador, logo, o campeão do torneio.

 

O torneio foi realizado nos anos de 1952, 1953, 1955, 1956, 1957, 1963 e 1975, tendo como campeões Real Madrid, Corinthians, São Paulo, Real Madrid, Barcelona e São Paulo, respectivamente.

 

Ora, se a Copa Intercontinental de clubes só começou a ser disputada a partir de 1960 e se a Pequena Taça do Mundo era, até então, o principal torneio de clubes do Mundo, por que não reconhecer seus campeões?

 

Desta forma, o São Paulo ficaria com quatro títulos mundiais (55/92/93/05) e o Corinthians com dois (53/00), fazendo justiça a excelente equipe tricolor e ao esquadrão alvinegro dos anos 50, para muitos a melhor equipe da década no Brasil.

 

Veja abaixo a campanha do título corinthiano de 1953.

 

 

PEQUENA TAÇA DO MUNDO DA VENEZUELA

 

Sede: Venezuela

Campeão: Sport Club Corinthians Paulista

Vice-campeã: A. S. Roma-ITA

Artilheiro: Luizinho (COR) – 5 gols

ELENCO: Cabeção, Idário, Goiano, Homero, Olavo, Julião, Cláudio, Luizinho, Carbone, Mário e Baltazar.

OPONENTES: Barcelona-ESP (Velasco; Biosca, Segarra, Flotats, Hanke; Bosch, Gonzalvo, Lásló Kubala*, Basora; Manchón e Moreno), Roma-ITA (Destaques eram Gandolfini e Perissinoto) e Caracas XI-VEN.

JOGOS:

11/07/1953

ROMA 2 x 1 CARACAS XI

 

14/07/1953

CORINTHIANS 1 x 0 ROMA (Luizinho)

 

16/07/1953

BARCELONA 2 x 3 CARACAS XI

 

18/07/1953

CORINTHIANS 3 x 2 BARCELONA (Luzinho (2) e Carbone)

 

21/07/1953

CORINTHIANS 2 x 1 CARACAS IX (Cláudio e Carbone)

 

23/07/1953

BARCELONA 1 x 0 ROMA

 

25/07/1953

ROMA 2 x 2 CARACAS IX

 

27/07/1953

CORINTHIANS 1 x 0 BARCELONA (Goiano)

 

29/07/1953

BARCELONA 4 x 2 ROMA

 

31/07/1953

CARACAS IX 0 x 2 CORINTHIANS (Cláudio (2))

 

01/08/1953

BARCELONA 3 x 2 CARACAS IX

 

02/08/1953

CORINTHIANS 3×1 ROMA (Cláudio e Luzinho (2))

* O húngaro Lásló Kubala era a grande estrela deste torneio, sendo responsável direto pela conquista do bicampeonato espanhol do Barça. No entanto, todo talento do craque húngaro sucumbiu a classe de Luizinho “o pequeno polegar”, que, além de artilheiro, foi eleito o melhor jogador da copa.

 

Fonte: LANCE NET http://www.lanceactivo.com.br/Blog/Post/PostView?profileId=2848&postId=62865


Todos odeiam o Corinthians por uma simples questão, ele é o maior!

Everybody hate 'CORINTHIANS'

EVERYBODY HATES  ‘CORINTHIANS’

Schadenfreude

No último domingo, quando o Goiás “abriu o placar no Serra Dourada”, ouvi foguetes no pacato Barão Geraldo. Duvido que fossem torcedores do Fluminense ou do Cruzeiro. Na segunda-feira, uma rede de TV mostrou um momento de forte vibração da torcida do S. Paulo, no Morumbi. Gol do S. Paulo? Não, gol do Goiás, aquele contra o Corinthians. Um portal mostrou, no mesmo dia, fotos de um feliz Marco Aurélio, dirigente do S. Paulo (e vereador do DEM), comemorando o fato de o Corinthians não ter sido nem vice – não importa a posição do S. Paulo na tabela. Por essas razões, publico hoje um texto que escrevi em maio ou junho, sem retoques.

“São cada vez mais numerosos os ensaios sugerindo que, se queremos entender o Brasil, temos que começar a olhar para o futebol. Alguém aí leu O negro no futebol brasileiro? Então, ao trabalho!

Alguns estudiosos têm analisado o comportamento das torcidas (as tais organizadas são bem complicadas!). Invictus mostrou como um governo ou um país pode se valer do esporte para mobilizar forças rumo a um objetivo político (muito mais explicitamente que o “Pra frente Brasil” de 1970, até). Quem tem ouvido as patriotadas do Dunga? Quem se liga nas metáforas do Lula pode começar a entender alguma coisa. Gostar é outro departamento, mas só o mais reles preconceito pode avaliar que metáforas futebolísticas são inferiores a outras. Por exemplo, às econômicas.

Foi por isso que, há algumas semanas, falei do corinthianismo, ou do anticorinthianismo. A meu ver, trata-se de um fenômeno social que merece ser analisado. Volto ao tema, um pouco à margem de meus assuntos habituais. Se bem que, na semana em que falei desse assunto, meu tema era o incipit de Moby Dick. Coisa de que os mui letrados torcedores anticorinthianos não se deram conta!

Tem de tudo nesse mundo. Masoquistas e sádicos, por exemplo (O sádico diz pro masoquista: – Me bate! E o masoquista: – Não bato!). E não me refiro às opções sexuais. Refiro-me ao prazer em geral. Aliás, tenho em mente, sobretudo, os prazeres que podem ser públicos.

Alguns sentem prazer porque fizeram coisas consideradas legais, ou porque as fizeram seus amigos ou familiares. Mas tem gente que (só) goza quando os outros se estrepam. “Um homem, correndo pela rua, tropeça e cai. Os transeuntes riem”. Está em Bergson, O riso. O filósofo está tentando explicar uma das mais óbvias manifestações de prazer, exatamente o riso.

Querem um exemplo concreto, futebolístico? Neymar cobrando aquele pênalti contra o S. Paulo, com a tal paradinha, Rogério caindo atabalhoadamente: muita gente nem curtiu a habilidade e a segurança do atacante; só curtiu a queda de Rogério.

Os torcedores gaúchos são mais antigremistas e anticolorados do que gremistas e colorados. Os mineiros são mais antiatleticanos e anticruzeirenses do que atleticanos e cruzeirenses. Muitos brasileiros são antes de tudo antiargentinos. Usual, comum, típico.

Parêntese: Lá como cá? Segundo a Folha de 22/5/2010, o presidente do Milan disse que torcia pela Inter contra o Bayern, porque sua vitória colocaria quatro times italianos na próxima edição do torneio. Mas Mourinho, técnico da Inter, afirmou quem “os italianos amanhã torcerão pelo Bayern. Os do Milan e da Juventus não estarão conosco. Os do Real não estão tristes, porque o Barcelona não joga a final. É nossa cultura”. Fim do parêntese.

Nesses estados, a paixão futebolística se divide fundamentalmente entre os dois grandes. Claro, há os cinco torcedores do América e os antigos torcedores do Renner. Mas o grosso da tropa está em um desses dois lados.

No Rio não é bem assim. Os grandes são quatro – ou eram. E todos têm uma torcida notável, embora vascaínos e flamenguistas sejam mais numerosos. Os flamenguistas, dizem, são a maior torcida do país.

Em S. Paulo, o fenômeno do Rio se repete: todos torcem para um dos grandes times e cada um desses grandes times tem um adversário especial, o que mais gosta de vencer. Para os corinthianos, ora é o Palmeiras, ora o S. Paulo, dependendo da quantidade de partidas decisivas em determinado período. Nos últimos cinco ou dez anos, os corinthianos curtem mais vencer o S. Paulo do que outros times. Antigamente, no tempo de Pelé, o grande adversário era o Santos – que está voltando ao páreo.

Mas o que acontece com as outras torcidas? Pergunte a um jogador ou a um torcedor do Palmeiras qual é seu principal adversário. E aos do São Paulo. E aos do Santos. E a um jogador ou torcedor do Mirassol. Até mesmo a um jogador do time da minha rua, aqui no Barão Geraldo. Todos dirão que o adversário que eles mais gostam de vencer é o Corinthians. Aliás, essa era também a posição do Pelé, que jogou contra todos os times do mundo, em todos os continentes. Mas ele gostava mesmo era de vencer o Corinthians. Até por isso ele foi muito melhor que o Maradona, que nunca jogou contra o Corinthians. Maradona provou de tudo, dizem. Menos vencer o Corinthians, eu digo.

No Rio Grande do Sul e em Minas, em Pernambuco e no Pará, pode-se descobrir em que década qual dos clubes ganhou mais títulos. Todos os gaúchos (bem, quase todos) que começaram a ver futebol no tempo do Inter de Falcão e companhia se tornaram colorados. Os que começaram a ver futebol na década seguinte são quase todos gremistas. Por quê? Porque a meninada quer torcer para o time que mais vence.

Se o Santos continuar jogando o futebol que jogou no primeiro semestre, a maior parte dos que hoje têm de cinco a dez anos vai ser santista. O Santos pode roubar futuros torcedores dos outros clubes do estado de S. Paulo. De todos? De quase todos, eu acho. Se o S. Paulo ou o Palmeiras ficarem vinte e três anos sem título vão ter uma torcida do tamanho da do Juventus. Mas a do Corinthians cresceu mesmo foi na longa fila interrompida em 1977. Até o Pelé, como disse, que surgiu exatamente naquela época, gostava mais de vencer o Corinthians do que de vencer qualquer outro clube (ou seleção, desconfio).

Aqui onde moro, nos dias de jogos do Corinthians sempre há foguetório: se ganha, são os corinthianos que fogueteiam. Se perde, os outros comemoram muito. Quando os outros perdem, não há queima de fogos. Ninguém liga. E os cachorros podem ficar em paz – uma vantagem extra!

Não estou dizendo que deve ser assim. Ou que é bom ou ruim que seja assim. Estou dizendo que é assim. É o que leio nos jornais e ouço nas rádios e TVs, de jornalistas e de jogadores. E é o que vejo nas ruas e nos bares, nos dias e nas noites de futebol. Os sociólogos e psicólogos que expliquem.

Pode ser que corinthianos sejam masoquistas. Não sei mesmo. Os outros certamente padecem de Schadenfreude, o “sentimento de alegria ou de prazer decorrente do sofrimento ou infelicidade dos outros”, dizem as enciclopédias (a “doença” deles tem nome chique!). Schadenfreude é marca dos outros torcedores. Humano, demasiado humano”.

Por Sírio Posssenti, do portal Terra clique aqui


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